O uso de instrumentos avaliativos e a recomposição de aprendizagem para alunos com deficiência auditiva no ensino remoto emergencial
Simone de Oliveira Teodoro
Adriana de Oliveira Teodoro
Patrícia Mendonça da Silva
Nilza Batista Puger
Nilzete Almeida de Araújo Santos
Rosineila Dias Vieira
Cristiane Aparecida de Souza Santos
Adriana da Silva
Lidiane Ramos dos Santos Silva
Luciene Lopes de Freitas Santana
RESUMO
A pandemia do Covid-19 ocasionou enorme mudanças no cenário educacional: a suspensão das aulas presenciais e a adoção do ensino remoto emergencial e o retorno das aulas presenciais pós pandemia trouxeram à tona discussões importantes acerca dos instrumentos avaliativos para este cenário, haja vista que os estudantes ficaram muito tempo fora do ambiente. Em meio a isto surge o termo recomposição de aprendizagem, que veio à tona depois que entendemos que não estamos recuperando, pois muitos alunos não tiveram a oportunidade nem de aprender durante o isolamento social, mas de recompor o aprendizado, ou seja, recompor os déficits da aprendizagem consoante a pandemia, o ensino passa a aderir um caráter assimilador, onde, muita das vezes, faz-se necessário retomar os termos iniciais e temáticas introdutórias de conteúdo para que se consiga fazer um resgate processual e contínuo daquilo que não se foi possível abordar ao longo da pandemia. Neste contexto, os instrumentos de avaliação permitem ao professor o devido acompanhamento da aprendizagem de seus alunos, visto que os mesmos expressam o aprendizado do aluno, se ele aprendeu, deixou de aprender ou ainda necessita aprender. O local escolhido para realização do estágio curricular obrigatório I foi a Escola Estadual 13 de Maio em Sorriso - MT. No decorrer do estágio foram realizadas observações e ações em sala. Desenvolveu-se com os alunos, atividades de Língua Portuguesa acompanhada por Língua de Sinais. O estágio supervisionado I proporcionou-me uma aproximação maior com os alunos, dando de perto de cada aluno, dando oportunidade de ver de perto a evolução de cada um e principalmente como trabalhar essa recomposição de aprendizagem com estudantes com deficiência auditiva.
Palavras-chave: Instrumentos Avaliativos. Recomposição da Aprendizagem. Estágio Curricular.
1 INTRODUÇÃO
O contexto da pandemia do Covid-19 trouxe drásticas mudanças no meio educacional: a suspensão das aulas presenciais e a adoção do ensino remoto emergencial. O retorno dos estudantes às salas de aula após os longos meses da pandemia do COVID-19 destacou as desigualdades sociais e educacionais em todos os níveis de ensino. Muitas crianças ficaram sem acesso adequado à educação e retornaram à escola com déficits de aprendizado cada vez maiores. Desta forma, as instituições escolares, orientaram o mapeamento de estratégias que proporcionassem a recomposição das aprendizagens.
Este retorno pós pandemia trouxe à tona discussões importantes acerca dos instrumentos avaliativos para este cenário, haja vista que os estudantes ficaram muito tempo fora do ambiente. O professor compreende que a avaliação é parte do processo educativo e isso implica em avançar no sentido de considerar suas finalidades ou funções.
Dessa forma, é necessário que você entenda a ferramenta que estará avaliando. Avalia-se de forma a informar, colocar o professor e o aluno no percurso escolar, melhorar o ensino, acompanhar e orientar a aprendizagem do aluno. Segundo Luckesi (1996), além do objetivo claro da avaliação, o professor precisa saber o que deve ser avaliado, ou seja, quais são os dados relevantes, conforme explica Luckesi (1996, p. 19).
Partindo do pressuposto que as crianças, na maioria das escolas são avaliadas com provas tradicionais, e que alguns instrumentos de avaliação não são utilizados ou esquecidos por parte dos professores, seja por desconhecimento ou dificuldade em utilizá-los com propriedade.
De acordo com Piletti (2010, p. 15),
... a avaliação pode ser definida como sendo um processo contínuo de pesquisas que tem por objetivo a excelência, à interpretação dos conhecimentos, das habilidades/competências e principalmente das atitudes dos estudantes diante das práticas de ensino. (PILETTI, 2010, p. 15).
A proposta da área de concentração escolhida é ser a base para investigar como acontece a avaliação do professor regente da sala do ensino regular anos finais do ensino fundamental com alunos com deficiência auditiva, para assim elaborar um plano de trabalho colaborativo e dinâmico juntamente com o professor. Nesse momento de Pós-Pandemia, o professor precisou se reinventar em suas metodologias e técnicas de ensino, aprendendo a lidar com novas dificuldades. Levando em consideração as adaptações para o momento que se vive na escola surgiu a necessidade de pensar em novas metodologias, planejamento, adaptações que favoreçam o desenvolvimento do aluno e sobre tudo, proporcionar a recomposição da aprendizagem para os estudantes.
Nesse sentido, consideramos que a importância em refletir sobre os instrumentos avaliativos utilizados em sala com alunos surdos nesse pós-pandemia. Este trabalho está organizado da seguinte forma: no primeiro momento trazemos breve abordagem sobre a temática instrumentos avaliativos e a recomposição de aprendizagem; em seguida apresentamos a vivencia do estágio e as impressões do estágio.
2 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FUNDAMENTAÇÃO TÉORICA
OS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
As ferramentas de avaliação permitem ao professor acompanhar adequadamente a aprendizagem de seus alunos, pois expressam a aprendizagem do aluno, se ele aprendeu, parou de aprender ou ainda precisa aprender. As ferramentas oferecem registros de natureza diversa: expressos pelo próprio aluno (provas, cadernos, textos e outros) ou expressos pelo professor (opiniões, registros observacionais, escritos e outros).
Existem instrumentos avaliativos bem mais utilizados e que são necessários para promover a reflexão; adequação aos objetivos, conteúdo e metodologia; aplicabilidade; correção e devolução dos resultados.
É importante realizar uma reflexão baseada nos vários fatores que podem impedir que a educação seja desenvolvida de forma ativa: o cotidiano escolar, a relação entre pais, alunos, professores e comunidade, as práticas metodológicas desenvolvidas, enfim; tudo isso associado a dados mascarados, que não refletem fielmente a qualidade da educação no país.
De acordo com Hoffmann (2003, p. 41),
... é possível definir o ato de avaliar como algo em que sempre há uma troca de mensagens entre quem avalia e quem está sendo avaliado. Em outras palavras, a autora define avaliação como uma forma de interação constante entre sujeitos capazes de juntos gerarem informações e construírem conhecimentos. (HOFFMANN, 2003, p. 41).
A constituição das informações diversas partes, assim, de uma ação conjunta, em que estudantes e professores informam ativamente do método de desenvolvimento cognitivo que sempre é gradativo. Para Paulo Freire (1996) que apresenta, em “Pedagogia da Autonomia”, uma discussão acerca do que ele chama de ensino bancário e ensino libertador.
Conforme Ferreira (2002) defende que o estudante começa a ser visto como um ser único, que oferece um desempenho que não mais é conferido ao dos outros educandos, mas com atuações e aprendizagens próprios. Nesse aspecto, é preciso apreciar os meios e os instrumentos de avaliação para que o processo de ensino e de avaliação se torne mais efetivo. Entretanto, mesmo diante desses aparatos de análises, o professor, de acordo com a autora, ainda pratica uma avaliação com moldes puramente tradicionais.
1.3.1 Tipo de Instrumentos de Avaliação
1.3.1.1 Prova
É o instrumento de avaliação mais utilizado na escola. Em algumas escolas, todo o seu processo de avaliação é baseado em testes, pois isso permite fidelidade na aceitação tanto do aluno quanto da família. Segundo Luckesi (1996, p. 17), um professor já traz consigo uma cultura de testagem, visto que repetiu o ritual de testagem inúmeras vezes em sua vida escolar.
Para Hoffmann (1993, p. 18):
A prova é utilizada tanto na educação básica como no ensino superior. Assim, em toda sua formação, o professor vivencia situação de prova. Na sua prática de aula, o professor segue a tendência em reproduzir modelos vivenciados, visto que essa lhe oferta segurança ao devolver os resultados aos alunos, pais, direção, equipe pedagógica e sociedade, transformando-se em uma rede de segurança do professor, como explicita Hoffmann (1993, p. 18).
Este tem por objetivo promover a igualdade e projeta uma sensação de justiça, ainda mais por ser um instrumento que permite ao professor avaliar todos os alunos de forma igualitária. Porém, tal fato pode ser falso, haja vista que a prova pode ser utilizada como instrumento para correção de atitudes comportamentais, sendo elaborada com alto ou baixo grau de dificuldade, desrespeitando o contrato didático, não apresentando questões de forma clara, entre alternativas.
1.3.1.2 Observação em sala
Pode ser considerado como uma ferramenta utilizada na escola para fins informais. No entanto, nem sempre é reconhecida como parte do processo de avaliação ou como uma ferramenta que produzirá resultados significativos. Quando usados corretamente, os dados coletados podem oferecer insumos valiosos para orientar o processo de aprendizagem.
Para Sant'Anna (1995), ao inserirmos a observação nesse processo avaliativo, é possível obter vantagens que vão desde permitir que o professor registre todos os fatos observados como: comportamento ou desempenho durante o processo, imediatamente ou em um curto período de tempo. tempo, evitando o esquecimento até descobrir dificuldades e falhas que possam ocorrer no ensino do aluno.
1.3.1.3 Relatório Individual
Para Sant'Anna (1995, p.120), o relatório é um instrumento de avaliação, sua estrutura pode ser definida previamente pelo professor ou definida em conjunto com os alunos de acordo com a atividade desenvolvida, com os objetivos e o conteúdo concluído.
1.3.1.4 Portfólio (Diário de Campo)
Para Hoffmann (2002, p. 201), um portfólio consiste em uma coleção de registros da aprendizagem dos alunos que beneficiam não apenas os professores, mas também os alunos. Deve ser construído pelo aluno, mas deve ser orientado pelo professor, auxiliando na compreensão do processo de ensino do aluno e indicando ao professor qual caminho seguir.
De acordo com Okuda (2001, p. 21),
... o portfólio incita o aluno a desenvolver habilidades e competências necessárias para ser um estudante autônomo. Através dele, o aluno alcança uma visão abrangente e contextualizada do seu desempenho, permitindo ao professor, o acompanhamento da sua aprendizagem (p. 12).
Para preparar um portfólio é necessário ter nitidez dos desígnios que se pretende com esse instrumento. É imperativo ter um preparo de atividades que visem a astúcia do desenvolvimento, da aprendizagem do aluno e o avanço na construção do conhecimento.
1.3.1.5 Conselho de Classe
O conselho de classe é usado principalmente para aprovar ou reprovar um aluno. O mesmo não deve ser utilizado apenas para avaliar o comportamento do aluno, mas sim seu aprendizado como um todo. É um momento de discussão, de reflexão e que traz melhorias para a turma como um todo e para o aluno em particular.
Para um bom resultado no conselho de classe é preciso ter um objetivo bem claro e definido. O mesmo pode ser feito no início do ano letivo para diagnosticar a turma, no final do semestre para propor medidas de intervenção que conduzam à melhoria.
1.3.1.6 Mapas Conceituais
É um recurso que pode ser utilizado como uma excelente ferramenta de avaliação. Quando inseridos no processo de avaliação, é necessário que os alunos sejam informados e instruídos quanto à construção da atividade. Isso pode ser alcançado a partir de determinado conteúdo trabalhado em sala de aula e indicar os conceitos e as relações existentes entre esses conceitos, desenvolvidos no campo ou parte dele.
1.3.1.7 Recomposição da aprendizagem
Com a volta do ensino presencial no Brasil, um grande desafio tem sido mitigar os efeitos que a pandemia de Covid-19 tem causado por meio do ensino a distância no aprendizado dos alunos. Uma das estratégias lançadas em todo o país foi a adoção do continuum curricular, do ponto de vista legal, o continuum curricular consta na resolução nº 2/2021, conforme apresentada acima e homologadas pelo Ministério da Educação, o qual estão disponibilizadas no seu site (portal.mec.gov.br), (BRASIL, 2020/2021).
Diante de tantas lacunas na educação, surgiu o termo: Recomposição da aprendizagem. Esse termo veio à tona depois que entendemos que não estamos nos recuperando porque muitos alunos não tiveram a oportunidade nem de aprender durante o isolamento social, mas de recompor o aprendizado, ou seja, recompor os déficits da aprendizagem consoante a pandemia, o ensino passa a aderir um caráter assimilador, onde, muita das vezes, faz-se necessário retomar os termos iniciais e temáticas introdutórias de conteúdo para que se consiga fazer um resgate processual e contínuo daquilo que não se foi possível abordar ao longo da pandemia.
No estado de Mato Grosso, a Secretaria de Estado de Educação – SEDUC, elaborou o Plano Estadual de Recomposição da Aprendizagem, uma proposta que abrange todos os níveis de ensino e minimiza as perdas de aprendizagem e dá oportunidade aos alunos de adquirir habilidades e competências não desenvolvidas nos anos anteriores. O plano oferece estratégias ou trilhas que podem ser utilizadas em qualquer outro contexto escolar, além disso, será utilizado o laboratório de aprendizagem de forma individualizada, podendo contar com um estudante protagonista que esteja com o conhecimento mais elevado e que queira contribuir com os demais estudantes da escola. Para além, estão sendo aplicadas avaliações de desempenho de entrada e saída para medir a proficiência de cada aluno e os mesmos recebem o material estruturado de acordo com a Base Nacional Curricular Comum (BNCC) e Diretriz Curricular de Mato Grosso (DRC/MT). Para os estudantes do Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, 1º e 2º anos do Ensino Médio, são ofertados materiais além do Estruturado, com foco em Língua Portuguesa e Matemática. Já para os estudantes do 3º ano do Ensino Médio, a recomposição está sendo ofertada por meio do projeto Pré-Enem Digital.
É possível relacionar a estrutura básica da recomposição da aprendizagem com a ação pedagógica. A noção de mitigação de perdas se reduz a identificar o que foi perdido e o que precisa ser incorporado do contexto de crise em termos de aprendizado e conteúdo. Em termos de remediação, é quando a demanda de composição de turma é maior do que o esperado, caso em que é preciso incorporar novos desenvolvimentos interdisciplinares no ensino e na prática pedagógica, bem como mobilizar professores adicionais. Assim, a intervenção seria um processo orientado para a aprendizagem que poderia ser adaptado a diferentes contextos, a turma poderia ser dividida em vários níveis e, nesses casos, seria interessante usar o conhecimento de alunos de alto desempenho para explicar aos colegas com sua própria língua. A aceleração é quando o foco do aprendizado se torna um conteúdo mais específico e importante para trabalhar ou lembrar.
3 VIVÊNCIA DO ESTÁGIO
O local escolhido para realização do estágio curricular obrigatório I foi a Escola Estadual 13 de Maio, com sua sede localizada na rua Alta Floresta, 189, Centro e seu anexo na UNIC – Universidade de Cuiabá, localizada no Bairro Jardim Universitário de Sorriso – MT. Atualmente a escola atende 1739 (Um mil, setecentos e trinta e nove) alunos distribuídos entre o ensino fundamental (anos finais), ensino médio e EJA – Educação de Jovens e Adultos nos três turnos. Dentre as turmas de 8º ano do Ensino Fundamental existentes na escola no período noturno, escolheu-se o 8º ano turma A do EF Regular para realizar as oficinas, por ter uma aluna com Deficiência Auditiva. Cabe aqui destacar que: a Deficiência Auditiva é a perda parcial ou total da audição, causada por má-formação (causa genética), lesão na orelha ou nas estruturas que compõem o aparelho auditivo (Nova Escola, 2011).
Os conteúdos abordados estão em consonância ao planejamento curricular criado pelos professores da área de Linguagem da escola de acordo com o Material Estruturado ofertado pela Secretaria de Estado de Educação e regulamento pela Documento de Referência Curricular – DRC/MT e BNCC.
As aulas foram realizadas de forma expositiva contendo explicação do conteúdo de Língua Portuguesa acompanhada por Língua de Sinais. Após, os estudantes terão algumas atividades de fixação do material estruturado, onde umas serão realizadas em sala de aula, dirigida pelo professor, outras levarão como tarefa de casa.
A aula expositiva dialogada é uma estratégia que se caracteriza pela exposição de conteúdos com a participação ativa dos estudantes, considerando o conhecimento prévio dos mesmos, sendo o professor o mediador para que os alunos questionem, interpretem e discutam o objeto de estudo.
A aula expositiva é uma das técnicas mais antigas utilizadas pelo homem para a transmissão de conhecimentos. De acordo com Lopes (2011, p.38) a “aula expositiva tem sido identificada como a mais tradicional técnica de ensino”, por esse motivo, muitas vezes o seu uso em sala de aula tem sido criticado e desmotivado.
4 IMPRESSÕES DO ESTÁGIO (CONSIDERAÇÕES FINAIS)
Na observação participante houveram muitos elementos que envolvem o cotidiano escolar e que puderam ser observados e avaliados. Pode-se perceber, durante as observações na unidade escolar, que predominantemente a relação professor e aluno era de interação, respeito, afeto e responsabilidade.
Considerando a Escola Estadual 13 de Maio no decorrer do estágio foram realizadas observações e ações em sala. As ações foram realizadas no momento de intervir no cotidiano do aluno, sendo a princípio para ajudar os professores e alunos na hora da entrada em sala, organização de sala, saída para o intervalo, na alimentação, no retorno à sala, nas atividades propostas, recortes para pintura, organização das pastas, entre outros.
Desenvolveu-se com os estudantes, atividades de Língua Portuguesa acompanhada por Língua de Sinais, trabalhando os seguintes conteúdos programáticos: Gênero “Rap”, utilizado um intérprete em sala de aula para tradução e Morfossintaxe. O estágio supervisionado I proporcionou-me uma aproximação maior com os alunos, dando de perto de cada aluno, dando oportunidade de ver de perto a evolução de cada um.
Um bom instrumento de avaliação não assegura o sucesso do processo avaliativo, mas sim, a intenção do professor e o trabalho que é realizado com esse e, a partir desse instrumento.
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