Buscar artigo ou registro:

A DIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Tânia Mara Vilches[1]

Artigo Científico Apresentado à Universidade Candido Mendes, como requisito parcial para a obtenção do título de Especialista em Educação de Jovens e Adultos.

 

RESUMO

 

A finalidade precípua do presente artigo é apresentar o tema “A Diversidade na Educação de Jovens e Adultos”. Este estudo expõe como deve ser o trabalho com a diversidade cultural e de conhecimento presente na educação, fazendo com que os alunos, sendo eles jovens ou adultas, aprendam a respeitar a diferença do outro, com a devida troca e compartilhamento de experiências. Para tanto utilizou-se a metodologia de pesquisa bibliográfica embasando-se nos trabalhos de autores como Arroyo, Behrens, Brandão, Ferreira, Freire, entre outros.  Ressalta-se também a importância de trabalhar o ensino de jovens e adultos utilizando sempre os conhecimentos prévios de cada aluno, conduzindo o educando no sentido de construir o conhecimento e o pensamento crítico da melhor maneira possível para si.

Palavras-chave: Educação. Diversidade. EJA.

 

ABSTRACT

The main purpose of this article is to present the theme "Diversity in Youth and Adult Education". This study shows how to work with the cultural diversity and knowledge present in education, making students, whether young or old, learn to respect the difference of the other, with the appropriate exchange and sharing of experiences. For this purpose, the methodology of bibliographic research was based on the works of authors such as Arroyo, Behrens, Brandão, Ferreira, Freire, among others. It is also important to work with the teaching of young people and adults, always using the previous knowledge of each student, leading the student to build knowledge and critical thinking in the best possible way for them.

Keywords: Education. Diversity. EJA.

 

Introdução

 

Vivemos em um país cujos habitantes trazem de uns para outros uma diversidade muito mais ampla e complexa do que possamos imaginar. Há vários elementos, como culturas, religiões, línguas, povos, ideais, dentro outros que poderíamos destacar. Contudo, estes elementos podem ser vivenciados por todos, por meio de redes de comunicação, de interações e trocas culturais e das curiosidades por parte das pessoas, de conhecer o diferente (Urquiza e Mussi, 2009).

De maneira clara e objetiva, Ferreira (2004) define diversidade como algo diferente, diverso, distinto. Todavia, a diversidade vai muito além desta definição, e com base nisto François de Bernard (2005) apud Urquiza e Mussi (2009) define diversidade como algo cultural e dinâmico. Já Gomes (2003) apud Urquiza e Mussi (2009) fala de diversidade como pensar em relação entre eu e o outro, falando de diferenças e semelhanças, ou seja, estamos sempre fazendo comparações.

Assim, não há como abordar o tema diversidade se não aludir à educação, pois é por intermédio dela que podemos educar e explicitar que as diferenças entre os seres humanos existem e são variadas; contudo é preciso aprender a conviver com essas diferenças e principalmente a respeitá-las no outro.

Enfim, este estudo mostra-se importante, pois tem como escopo ressalvar a diversidade de pessoas, cada uma com a sua cultura, que buscam o EJA e pelos mais variados motivos, levando em conta o fato de que todos eles têm conhecimentos e trazem consigo experiência de vida que podem e devem ser aproveitadas neste período em que vivenciam a alfabetização. Contudo, servirá ainda para motivar a reflexão por parte dos educadores, podendo até mesmo impactar como uma melhoria na sistematização da educação de jovens e adultos.

Quando nos deparamos com a realidade das pessoas analfabetas no Brasil percebemos que há um longo e árduo caminho a ser percorrido para a superação do analfabetismo no país. Se torna ainda mais alarmante se contabilizarmos os analfabetos funcionais, que são àqueles que possuem capacidade reduzida de compreensão de um texto e não possuem a certificação da educação básica. Contudo, todo ser humano tem seu direito à educação garantida, conforme delineia a Declaração Universal dos Direitos Humanos, em seu Artigo 26º.

 

Art. 26 - Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito (Declaração Universal do Direito do Homem, ONU, 1948).

 

A educação de adultos abarca todo e qualquer tipo de educação destinada às pessoas vistas como adultas pela sociedade em que vivem, onde, por meio de um processo de ensino/aprendizagem, formal ou informal, possa possibilitar a estas essas pessoas enriquecer seus conhecimentos bem como melhor suas qualificações profissionais e técnicas (Oliveira, 2006).

No inciso VII do Artigo 4ª da LDBEN está disposto: a “oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola” (Brasil, 1996).

Com o brilhantismo que lhe é peculiar Meyer (2008) destaca que vivemos em uma sociedade complexa, diversa e desigual, contudo, mesmo assim o sendo, devemos encontrar a igualdade na diversidade. Tudo que se refere ao tema “educação” é muito complexo, e quando a estendemos nos diversos âmbitos, se torna um tema ainda mais complexo, quase que um desafio. Educar para a diversidade consiste em formar pessoas capazes ver diferenças no próximo, mas acima de tudo que saibam respeitar as diferenças e reconhecer que uma boa relação interpessoal geralmente resulta em troca de experiências bem como crescimento social e político para todos os envolvidos.

Há um grande grupo de cidadãos brasileiros que apresentam pouca ou nenhuma escolarização, o que sem dúvida é o reflexo de fatores sociais, culturais, econômicos ou políticos que impossibilitam o acesso de crianças e adolescentes à escola, o que por sua vez implica em distorção de idade/série comprometendo a aprendizagem, levando o aluno a retenção, repetência e em casos mais severos até mesmo a evasão escolar (Meyer, 2008).

Destarte, este fato coloca em evidência o quanto o Brasil carece de uma série de ações educativas que facilite o acesso de jovens e adultos à escolarização, além de meios que garantam a permanência destes na escola auxiliando-os a lidar com transformações sociais bem como alterações no mercado de trabalho (Souza, 2007).

Lembrando a proposta de Paulo Freire que focaliza as relações entre aluno e professor, e entre aluno e conhecimento, onde o autor salienta a importância que tem o respeito à experiência bem como à identidade cultural que estes alunos trazem consigo e aos “saberes construídos pelos seus fazeres”. Coloca ainda o aluno no papel de sujeito e jamais como um mero objeto do processo educativo, sempre afirma sua capacidade no tocante a organizar sua própria aprendizagem dentro do planejamento didático do professor de maneira interativa onde o ponto de partida é a realidade deste aluno.

 

Desenvolvimento

 

Pensando na diversidade dos sujeitos que acabam por problematizar a formação do educador que vai para a sala da EJA, isto porque acredita-se em alguns princípios que norteiam o educador. Para bem definir a Educação de que foi falada, recorre-se à citação de Paulo Freire, patrono da educação brasileira:

 

O conceito de Educação de Adultos vai se movendo na direção de educação popular na medida em que a realidade começa a fazer algumas exigências à sensibilidade e à competência científica dos educadores e das educadoras. Uma destas exigências tem que ver com a compreensão critica dos educadores do que vem ocorrendo na cotidianidade do meio popular. Não é possível a educadoras e educadores pensar apenas os procedimentos didáticos e os conteúdos a serem ensinados aos grupos populares. Os próprios conteúdos a serem ensinados não podem ser totalmente estranhos aquela cotidianidade. O que acontece, no meio popular, nas periferias das cidades, nos campos – trabalhadores urbanos e rurais reunindo-se para rezar ou para discutir seus direitos, nada pode escapar à curiosidade arguta dos educadores envolvidos na prática da Educação (Freire, p. 16, 2001).

 

Desta maneira, confirmam-se as bases da educação; bases sólidas construídas de maneira coletiva entre tais sujeitos que a compõe, com a comunidade, com a luta diária destes indivíduos, sejam tal luta motivada pela falta do que comer, ou do que vestir, ou do direito à escola e saúde de qualidade, trabalho, ou a soma delas.

Não resta duvidas que a educação não é uma atividade pedagógica, mas um trabalho coletivo em si mesmo, ou seja, é o momento em que a vivência do saber compartido cria a experiência do poder compartilhado. Ou seja, as práticas da educação representam a vontade de criar espaços autônomos, espaços nos quais o manejo do poder se realize de forma compartida, expresso por uma crescente relação de igualdade. (La Educación Popular Hoy en Chile: Elementos para Definiria – sem indicação de autor apud Brandão, 2006).

Por ser a educação comprometida com a realidade dos educandos, arrazoamos que é necessária uma EJA que inclua a todos nas suas especificidades e diversidade sem, com isso, colocar em risco a coesão nacional, e tampouco negligenciar o direito garantido pela Constituição desta nação de ser diferente.

Mostra-se como responsabilidade do governo, bem como da sociedade como um todo a construção de políticas públicas voltadas par a EJA, centrada nos jovens e adultos e fundamentada na ampla diversidade que formou e constitui o povo brasileiro. Desta maneira, buscar a superação de qualquer forma de exclusão que possa ser gerada pela desigualdade.

 

Não é possível atuar em favor da igualdade, do respeito aos demais, do direito à voz, à participação, à reinvenção do mundo, num regime que negue a liberdade de trabalhar, de comer, de falar, de criticar, de ler, de discordar, de ir e vir, a liberdade de ser (Freire, 2001, p. 193).

 

Ao falarmos em “sujeitos da EJA”, estamos referindo-se em homens e mulheres maiores de 15 (quinze) anos sujeitos a qualquer tipo de diversidade, sendo ela étnica, sexual, religiosa, política, bem como sujeitos à desigualdade social brasileira. Em razão disso, a EJA não pode ignorar as diversidades como tem ocorrido há anos na educação brasileira. Faz-se extremamente necessário compreender a maneira de fazer um atendimento voltado à diversidade dos sujeitos da EJA, por isso salutar são os dizeres de Arroyo (2005) que ao tratar sobre a temática menciona:

Diversidade de educandos: adolescentes, jovens, adultos em várias idades; diversidade de níveis de escolarização, de trajetórias escolares e sobretudo de trajetórias humanas; diversidade de agentes e instituições que atuam na EJA; diversidade de métodos, didáticas e propostas educativas; diversidade de organização do trabalho, dos tempos e espaços; diversidade de intenções políticas, sociais e pedagógicas. Essa diversidade do trato da educação de jovens e adultos pode ser vista como uma herança negativa. Porém, pode ser vista também como riqueza. Pode refletir a pluralidade de instituições da sociedade, de compromissos e de motivação tanto políticas como pedagógicas (Arroyo, 2005, p.25).

E com o intuito de valorizar a diversidade e todos os aspectos que a compõem na EJA, problematizamos a formação do educador popular que precisa apresentar mais sensibilidade no trabalho com toda essa diversidade.

Não resta duvidas que a Educação de Jovens e Adultos retrata para a sociedade a educação de indivíduos que devido a algum problema ou dificuldade  foram excluídos da escolarização no período adequado e agora fora da faixa etária considerada normal têm acesso a esta oportunidade. Sabe-se que, ainda com o advento desta oportunidade torna-se bastante difícil o aprendizado, valendo-se de autoestima e persistência é possível que essas pessoas recuperem o tempo perdido no tocante à educação formal.

Entre os principais trabalhos desenvolvidos pela EJA pode-se salientar justamente a importância de se valorizar o conhecimento prévio trazido pelo aluno e a valorização dos mesmos como detentores de cultura e saber inesgotáveis.

Quanto à formação do educador, ser professor está diretamente ligado com a contribuição para a formação dos cidadãos, deste modo, fazendo a diferença:

 

A figura do professor poderia simbolicamente ser comparada com a de um maestro criativo que exigiria dos componentes da orquestra: organização, iniciativa própria, envolvimento, dedicação e, principalmente, ações coletivas desencadeadas por processos participativos. Sendo criativo, articulador, mediador e desafiador, o professor apostaria em todos os meios e recursos existentes para consolidar a construção do conhecimento (Behrens, 1996, p.64).

 

Tendo em vista a história da educação no Brasil, pode-se entender a Educação de Jovens e Adultos como uma diferenciada modalidade chamando atenção ao seu caráter extensivo, tendo em vista o fato de estar fora dos moldes tradicionais das escolas noturnas. Além disso, no tocante à legislação, não mostrou-se em um primeiro momento como algo consolidado não sendo configurada como compromisso dos órgãos educacionais competentes.

A sociedade atual vem sofrendo severas transformações no tocante à economia, política, organização social, tecnologia e cultura. Tais transformações acabam por pressionar a escola no sentido de adequar-se às exigências do mundo do moderno, influenciando diretamente na educação. Decorrentes a essas mudanças surgem novos desafios, no final do século XX, a escolarização passa a ser exigida no mundo do trabalho, assim aumenta a demanda da educação de jovens e adultos na sociedade. A Lei n. 9394/96 (Brasil, 1996), em seu artigo 38, determina que, no nível de conclusão do Ensino Fundamental e Médio, a idade seja 15 e 18 anos. E de acordo com a Deliberação n. 088/00, do CEE-PR, o ingresso na EJA pode se dar aos 14 anos para o Ensino Fundamental e aos 17 para o Ensino Médio. Esta faixa etária exige diversas alterações junto a tais mudanças, passa-se a se exigir também um ensino que valorize o campo da pesquisa bem como o trabalho criativo.

Acerca da qualidade da formação visando a atuação docente na EJA, observa-se uma preocupante e ascendente descaracterização dos cursos voltados à formação do profissionais, juntamente a escassez de materiais didáticos que auxilie nessa formação, a contribuição insuficiente das universidades culminando muitas vezes no desprezo pelas questões de ensino e pela formação para o trabalho em sala de aula.

A concepção atualizada do educador traz a exigência de sólida formação científica, técnica e até mesmo política, sempre associada à prática pedagógica crítica e, sobretudo, consciente para uma avaliação da atual condição da educação em nosso país.

 

Enquanto seres humanos conscientes, podemos descobrir como somos condicionados pela ideologia dominante. Podemos distanciar-nos da nossa época. Podemos aprender, portanto, como nos libertar através da luta política na sociedade. Podemos lutar para ser livres, precisamente porque sabemos que não somos livres! É por isso que podemos pensar na transformação (Freire e Shor, 1986, p.17).

 

Uma visão pedagógica clara da formação de docentes envolve diversos autores com diferentes comentários. Gallo (1996) afirma que a grandeza da educação está no fato de ser uma área aberta que significa uma nova concepção filosófica de educação, que já não se restringe à formalidade do espaço escolar.

Conforme Gallo (1996, p. 115):             

 

Necessitamos de uma ampla revisão de nossos cursos médios e superiores, implodindo com a lógica estanque e compartimentalizadora das

'habilitações'. Mais ainda, é necessário ser repensada com urgência essa figura anacrônica do 'especialista em educação'. Se concebermos o platô educativo como uma área aberta (...), temos muito mais a ganhar em termos de criatividade e potencialidades com múltiplas abordagens transversais, com profissionais das mais diversas áreas contribuindo para pensar e construir a educação. O educador não pode mais ser concebido como esse 'especialista de generalidades'.

 

Por entender que a formação dos professores é algo de extrema importância Mialiaret (1991) destaca o fato de que não se deve processar uma formação idêntica de todos os alunos educadores, para os levar a ser exemplares do mesmo modelo, mas proporcionar-lhes condições de serem bons educadores, em função de suas qualidades.

Afirma Novoa (1992, p.96) que a formação de professores não é um conceito unívoco, por isso deve proporcionar situações que possibilitem a reflexão e a tomada de consciência das limitações sociais, culturais e ideológicas da própria profissão docente.

 

Conclusão

 

Ante a pesquisa esplanada, conclui-se que a Educação de Jovens e Adultos vem se desenvolvendo a cada dia e que com o comprometimento dos educadores em estudar, pesquisar as e encontrar formas mais eficazes de transmitir o conhecimento aos nossos educandos a expectativa é que a EJA evolua.

A educação mostra-se, em qualquer nível ou modalidade, como um direito que deve estar ao alcance de todos. É justamente este direito fundamental que tem o poder de conduzir à ruptura desse ciclo que impossibilita ou limita o desenvolvimento humano, social e econômico de nosso país.

Os alunos jovens e adultos, tendo em vista suas histórias de vida e experiências vivenciadas de maneira pessoal, apresentam grande diversidade no tocante aos conhecimentos prévios, deste modo, cada indivíduo apresenta um repertório distinto. Esses conhecimentos são o ponto de partida para o contato com novo conteúdo, atribuindo-lhes significado e sentido, que são os fundamentos para a construção de novos significados.

O projeto político pedagógico vem sendo construído tentando propôs novos caminhos para a construção de uma escola diferenciada. Neste sentido todas as questões ligadas ao fazer pedagógico, bem como às suas relações com o currículo, o conhecimento trabalhado além da função social exercida pela escola, convida todos os envolvidos no processo a primeiramente pensar e a refletir continuamente.

Portanto, a presente pesquisa culmina com uma reflexão continua embasada principalmente em uma prática pedagógica cotidiana, bem como em discussão dos referenciais teóricos que encaminham ao encontro de uma “práxis” responsável e, sobretudo compromissada com formação e manutenção de uma escola pública de qualidades.

 

Referências Bibliográficas

 

ARROYO, M. G. Ciclos de desenvolvimento humano e formação de educadores. Educação e Sociedade. Campinas: CEDES, 1999.

 

BEHRENS, M. A. Formação continuada de professores e a prática pedagógica. Curitiba: Champagnat, 1996.

 

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação popular. Ed. Brasiliense, 2006.

 

BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. Lei n° 9394/96. LDB – Lei de diretrizes e Bases da Educação Nacional. 1996. 15

 

FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira; 2004.

FÓRUM PARANAENSE. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9394/96. Curitiba, 1997.

 

FREIRE, P. e SHOR, I. Medo e ousadia: cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.

 

FREIRE, Paulo. Política e Educação: ensaios. 5 ed. – São Paulo: Cortez, 2001.

 

GALLO, S. A filosofia e a formação do educador: os desafios da modernidade. In: BIDUCO, M Aparecida Viggiani, SILVA JUNIOR, Celestino Alves da Silva. Formação do Educador. São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 1996.

 

MEYER, C. Educar para a diversidade e cidadania. Construindo a Educação. São Paulo, 2008.

MIALIARET, G. A formação de professores. Coimbra: Almeida, 1991.


NÓVOA, A. Vida de professores. Lisboa: Porto, 1992.

 

OLIVEIRA, Marta K. Educação como Exercício de Diversidade. Jovens e Adultos como Sujeitos de Conhecimento e Aprendizagem. Brasília: UNESCO, MEC, ANPED 2006, p. 61-83.

 

ONU. Art. XXVI, inciso I. Declaração Universal dos Direitos Humanos. Assembleia das Nações Unidas, 1948.

 

PAIVA, V. P. Educação popular e educação de adultos: contribuição à história da educação brasileira. São Paulo: Loyola, 1973, p.57.

 

SECAD, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Documento Base nacional Preparatório à VI CONFINTEA, 2008.

 

SOUZA, M. A. Educação de jovens e adultos e a diversidade lingüística: as relações entre a fala e a escrita. Guaxupé, 2007.

URQUIZA, A.H.A.; MUSSI, V.P.L. Educação na Diversidade e Cidadania. Curso de formação continuada. Campo Grande, 2009.

 

 



[1] Graduada em Geografia e História. Pós-graduanda em Educação de Jovens e Adultos pela Universidade Cândido Mendes.

Breadcrumbs